Saudades da preguiça

Ontem estive muito preguiçosa. Suponho que depois de andar a carregar com as gatas e a verificar se estavam bem durante a noite tinha obrigatoriamente de ter uma quebra de energia mas odeio estar assim.

Hoje, pelo contrário, tive um dia relativamente ocupado. De manhã foi preciso emitir facturas, tratar do recibo de salário, preencher papeis de registo e envelopes para encomendas, ir ao correio e ao banco depositar um cheque, e tudo isto antes do meio dia. Depois estive a fazer umas pequenas alterações para o site da máquina, pedidas uns minutos antes de ter que sair e finalmente fui almoçar.

De tarde levei as gatas ao vet para verificação da sutura e quando voltei estive a limpar o chão, que estava cheio de areia dos gatos e terra de um vaso que a Niki entornou, e ainda fui por o Lamisil no House antes de conseguir parar 5 minutos.

Por volta das 4 da tarde recebi um telefonema algo surrealista de uma empresa de ar condicionado a dizer que estavam só a verificar se estava alguém em casa para virem fazer manutenção do ar condicionado. Fiquei altamente surpreendida porque apesar de já ter discutido com o Pedro pedir a uma destas empresas para virem cá mudar os filtros, não chegámos ainda a contactar ninguém. Será que estes conseguem ler pensamentos? Mas não. Cheguei à conclusão que o problema é o do costume – o nosso novo número de telefone costumava pertencer a um Sr. Carlos que aparentemente não disse a ninguém que já não tem este número. Em dezembro fartei-me de receber mensagens de boas festas de pessoas que não conheço graças a esta confusão.

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