Sobre a Dee

Chamo-me Dalila mas há quem me trate por Dee ou Dida.

Sou casada com o Pedro desde 1998 e temos dois filhotes: o Tiago e a Joana.

Tenho uma licenciatura em Design de Comunicação, pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa e o meu currículo profissional inclui trabalho como professora, web-designer e tradutora. O meu percurso escolar e profissional pode ser consultado no LinkedIn.

Hoje em dia estudo Joalharia e dedico parte do meu tempo ao artesanato. É algo que sempre me atraiu e que me dá imenso prazer para além de servir como terapia ocupacional desde uma época em que a vida parecia fazer pouco sentido. Podem ver as minhas peças de bijutaria na loja e no Flickr.

No topo da página estão links para as diversas redes sociais que utilizo.

Para além do design e do artesanato, também faço música, puramente para expressão pessoal. Sempre gostei de cantar e durante a adolescência tentei aprender piano sozinha sem qualquer tipo de sucesso. Aos vinte anos fui finalmente ter aulas de piano, e uns anos mais tarde cheguei a estudar na Academia de Amadores de Música. O meu objectivo, porém, nunca foi fazer carreira musical. A música é apenas mais uma forma de expressão e algo que me diverte. Não sou particularmente talentosa mas é algo que sinto que tenho de fazer em determinadas fases da minha vida.

Pode ouvir algumas das minhas músicas no Soundcloud.

A música que oiço depende da disposição e gosto de muitas coisas diferentes, incluindo NIN, Depeche Mode, Tori Amos (cujos 3 primeiros álbuns são fabulosos. Infelizmente já não consigo gostar tanto dos seus trabalhos mais recentes), Fiona Apple, Sia, Anja Garbarek, Charlotte Martin, Zero 7, Morcheeba, Radiohead, Goldfrapp, Placebo, The Police, Tom Waits, Glenn Miller orquestra, entre outros.

Os meus filmes favoritos são o “Lock, Stock and Two Smocking Barrels” do Guy Ritchie e o “Room with a View” do James Ivory, que contém a única aria de ópera de que gosto verdadeiramente, “O mio babbino caro” da ópera “Gianni Schicchi” de Puccini. São filmes praticamente opostos mas ambos divertidos e cada um deles apela a uma lado muito forte da minha personalidade. Acho que todos nós somos feitos de opostos e contradições – masculino/feminino, forte/vulnerável – e é isso que torna as pessoas interessantes.

Também gosto muito de ler. É provavelmente o meu passatempo favorito. Não leio para me armar em intelectual mas porque me dá prazer. Quando andava na faculdade vi a adaptação da BBC do “Pride and Prejudice” (com a Jennifer Ehle e o Colin Firth) e descobri a Jane Austen. Apercebi-me que a literatura clássica não tinha que ser uma grande seca imposta pela escola e a partir dessa altura li muitos dos clássicos, à procura de outros autores de que pudesse gostar de igual forma. Livros favoritos desta categoria são Wuthering Heights e Jane Eyre das irmãs Brönte, Our Mutual Friend do Dickens e O Fantasma da Ópera de Gaston Leroux, para além da já mencionada Jane Austen, claro, e de muitas das peças do Oscar Wilde.

Em termos de autores contemporâneos, o Neil Gaiman está no topo da lista. Gosto também dos livros do Stephen Fry, cujo gosto pelas palavras transparece claramente e acaba por se tornar até um elemento mais interessante do que a história em si.

No entanto, por pura diversão – ou seja, como as outras pessoas vêem telenovelas ou futebol – gosto de fantasia e paranormal. Se tem vampiros, lobisomens ou dragões sou capaz de experimentar. Comecei com o Terry Pratchett, pelo humor, e com a Anne Rice, pelos vampiros. Mais recentemente, e como não tenho muita paciência para politiquices e batalhas acabo por gravitar mais para o romance paranormal do que para a fantasia inspirada no Tolkien e afins (apesar de ter gostado imenso, o segundo livro do “Lord of the Rings” custou a acabar). Dentro do PNR as minhas autoras favoritas são: J. R. Ward, Larissa Ione, Kresley Cole e Sherrilyn Kenyon.

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