Qual hospital?

Ontem estive a fazer e imprimir a lista do que é necessário por na mala para levar para o hospital. Tenho andado a adiar mas a verdade é que já faltam poucas semanas e nunca se sabe se a rapariga não decide sair mais cedo.

Tenho que comprar uma série de coisas – fraldas, discos para o peito, cuecas descartáveis, gel de banho e hidratante para bebé, etc – começar a lavar a roupa de bebé e meter tudo na mala para estar pronta quando for necessário.

O parto estava previsto ser no HGO, tal como foi o do Tiago, mas neste último ano o Hospital ficou uma confusão tão grande que já não sei o que vai acontecer. Saíram uma série de médicos e grande parte dos serviços estão a ser assegurado por médicos contratados de quem não tenho ouvido nada de bom. É claro que o objectivo de ir para aquele hospitar é para ter o médico que seguiu a gravidez a fazer o parto mas de momento nem ele sabe se lá estará quando chegar a altura e isso põe-me numa situação complicada.

Já li que é até possível que a maternidade feche durante os meses de verão, de acordo com o plano de contingencia do hospital para quando há demasiados médicos de férias para manter o bom funcionamento do serviço, mas ainda não encontrei nada de concreto.

A opção de ir para um hospital privado quando não se tem seguro de saúde e se está  a meio de uma remodelação também é um bocado complicada. São pelo menos 3 a 5000 euros. A outra opção é esperar que o parto aconceça naturalmente e escolher eu o hospital público para onde quero ir – se for uma urgencia já não me podem mandar embora. Só que não sei se consigo aguentar até às 42 semanas sem grandes ataques de panico. Estamos a tentar marcar uma cesariana para algures entre as 38 e as 39 semanas mas isso só funciona com o nosso médico actual.

Só resta esperar e discutir as opções na próxima consulta e depois esperar para ver o que acontece.

Ontem tive a primeira cntracção mais a sério. Cada vez que me levanto tenho uma contracção e tenho muitas mais quando vou a andar na rua, mas esta foi um apertão a sério. Se começar a ter muitas destas até pode ser que o problema desapareça.

3 Comment

  1. Olha eu estive grávida até às 44 semanas (em França, acho que em Pt isso nem é possível) até os serviços públicos decidirem fazer uma cesariana. Graças a tudo, o miúdo sobreviveu e sem sequelas, mas não é muito normal, tive sorte. Claro que as pessoas dizem mal de Portugal, mas isto é muito mau. Agora mal também esteve a SS portuguesa: eu tinha cartão europeu e fiz uma cesariana de urgência. Portugal pagou quase tudo MENOS A ANESTESIA. Fantástico! Será que nos hospitais portugueses as grávidas fazem cesarianas a frio??? Não me parece….Enfim, pelo menos só paguei dois mil euros. Mil para o anestesista e mil para a enfermeira parteira que, pelos vistos, tb não é essencial a uma cesariana em Portugal. Acho que ficas melhor entregue do eu estive…marca a tua c e boa sorte!

  2. Olá!
    A minha irmã vai ter bebé em breve e, tal como tu, pertence à área de influência do HGO. Parece que as coisas melhoraram entretanto e a médica dela, que não é sequer de lá, disse que esteve a ver a escala de médicos para julho e Agosto e que estará bem entregue caso se decida por esse Hospital.
    Bjs

  3. Espero que sim. Vamos à consulta amanhã e espero resolver esta questão de vez porque o suspense não ajuda 🙂

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