Kidzania

Levámos os miúdos à Kidzania durante a semana de férias. Achámos que num dia útil a meio da semana, especialmente numa semana com dois feriados seria mais calmo. Pura ilusão. Apanhámos com visitas de um número infindável de escolas e mal se podia andar lá dentro.

As filas eram gigantesca, especialmente para coisas como tirar a carta de condução, e como aquilo fechava às 3, a partir das 2 já andavam só a despachar. O Tiago, que esperou montes de tempo para ir fazer um gelado, ficou frustradíssimo porque levou com uma explicação a correr, sem fazer efectivamente nada, e com um toma lá este gelado ranhoso de água e coca-cola e põe-te a andar que há mais gente à espera.

Antes disso, porém, ainda se divertiu. Foi a um espectáculo de magia, fez um perfume, pintou um desenho, e quando a maltosa toda foi almoçar, ele lá conseguiu tirar a carta e foi conduzir um dos carros de choque da bomba de gasolina (é ainda demasiado pequeno para a pista de corridas). Depois foi para os bombeiros porque queria ir apagar as chamas do prédio a arder mas aquilo só acende muito de vez em quando e teve de se contentar com ir salvar um cãozinho. Também foi à casa em construção mas teve azar de chegar na altura em que o muro estava todo completo por isso a única coisa que o deixaram fazer foi desmontar o que estava e depois por só um ou dois tijolos.


A Joana estava em pânico com aquela gente toda e não queria sequer sair do colo. Só foi ao avião porque me deixaram subir com ela e mais tarde, quando aquilo finalmente abriu, lá foi brincar para a casa urbana que é especificamente para crianças até aos 4 anos.

Ou seja, a ideia de uma cidade em miniatura para os miúdos é gira, o espaço é interessante mas se estiver muita gente acaba por ser super frustrante para os miúdos que não fazem nada a não ser passar o tempo à espera de entrar num sítio para depois serem rapidamente corridos.

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